Sala de Emergência · Conteúdo Programático

A FORJA

Medicina de Emergência — Do Raciocínio ao Manejo

Um curso construído a partir do que você vai encontrar de verdade na UPA — não nos algoritmos do livro. Cada bloco parte de um cenário real, expõe as limitações do protocolo e entrega estratégia clínica aplicável.

Via Aérea Cardiologia Choque PCR Sedoanalgesia Ventilação Mecânica
Premissa do curso

Os algoritmos existem para te proteger — mas quem trabalha na ponta sabe que a realidade raramente cabe dentro deles. Aqui você vai aprender a pensar, não a decorar.

Formato

Casos clínicos reais abrindo cada bloco. Discussão com os alunos antes de qualquer teoria. Perguntas antes de respostas. Você vai participar — não assistir.

Abertura
A Forja
01 O que você vai encontrar na UPA — e o que os algoritmos não te contam
02 Limitações reais da aplicação de protocolos em cenários com recursos reduzidos
03 Quem você é antes de começar — e quem você vai ser quando terminar
abertura
Bloco I
Via Aérea & Ventilação
Reconhecendo o paciente em desconforto respiratório
01 Caso clínico: paciente com dispneia — por onde começar?
02 Como reconhecer um verdadeiro desconforto respiratório na beira do leito
03 Saturimetria: o que ela te diz — e o que ela esconde
04 Escalonamento progressivo de O₂: lógica e limite de cada dispositivo
Diferenciando a etiologia da dispneia
05 Dispneia cardíaca vs. pulmonar: a diferenciação que muda tudo no manejo
06 Dispneia pulmonar: asma, DPOC, anafilaxia, pneumonia — abordagem em cada cenário
07 Sons pulmonares em vídeo: aprenda a diferenciar o que seus ouvidos estão ouvindo
08 Dispneia cardíaca: congestão pulmonar — como raciocinar sem POCUS
09 Manejo do paciente perfil B com congestão
Intubação orotraqueal — quando, como e o que fazer se der errado
10 Dispneia vs. Insuficiência Respiratória Aguda — entendendo o limiar da falência
11 Quando indicar IOT — e quando segurar um pouco mais
12 Quando a IOT pode piorar o seu paciente — e por que ninguém fala disso
16 Previsibilidade de via aérea difícil: bougie e videolaringoscópio na prática
17 Sequência Rápida de Intubação destrinchada — droga por droga, passo a passo
21 Passei o tubo — e agora? Parâmetros iniciais e modos de ventilação obrigatórios para o emergencista
23 Falha na IOT: opções de resgate — o que fazer quando o plano A não funciona

Ventilação mecânica avançada e manejo prolongado do paciente ventilado serão aprofundados em módulo específico. Aqui você vai sair preparado para a hora H.

fim · bloco I — via aérea
Bloco II
Cardiologia
PCR — além do ACLS
01 O ACLS cobre tudo que você precisa? — uma conversa honesta
02 Definição de funções em um evento caótico: quem faz o quê com quem você tem
03 Conheça o seu carrinho de parada antes de precisar dele
04 Como pedir infusão de drogas do jeito certo durante a PCR — pare de falar em dose, comece a falar em mL/amp
08 Métricas de uma boa RCP: é realmente possível atingir?
Arritmias — as que você é obrigado a dominar
09 A falácia do "instável = CVES" — e por que isso pode ser perigoso
10 FA: a mais enigmática das taquiarritmias
11 FA: causa da instabilidade ou consequência? Como raciocinar isso à beira do leito
CVES — cardioversão elétrica com segurança
16 Checagem de material, cardioversor e suporte disponível antes de começar
17 Sedoanalgesia em procedimentos: não tenha medo das medicações — aprenda a sedação "formiguinha"
IC descompensada — perfis hemodinâmicos
21 Pacientes "frios": como identificar e manejar o perfil L
26 Perfil C — o demônio da IC: diuréticos, perfusão e a pergunta impossível sobre volume

O manejo completo do perfil C e da IC com choque cardiogênico será aprofundado no bloco de choque — onde os conceitos de todos os blocos anteriores se encontram.

fim · bloco II — cardiologia
Bloco III
Choque
Raciocínio fisiopatológico
01 Conexão com a IC: quando a hipoperfusão define o choque
02 Determinando o mecanismo — usando DH, HMA e exame físico para tipificar o choque
Fluidoterapia e drogas vasoativas
03 Fluido-responsividade e fluido-tolerância — o jeito certo de dar volume
04 Quando o fluido não está indicado: decisão racional de DVA
05 Noradrenalina: quando iniciar, como titular, quando parar — e contraindicações reais
07 Push dose de adrenalina: qual é a indicação real — e como preparar no caos
Sepse e choque séptico
08 Toda febre em paciente instável obriga ATB? — discussão crítica
09 Critérios diagnósticos de sepse e choque séptico — o que mudou
10 Racional para antibioticoterapia: escolha, tempo e contexto
12 Monitorização do paciente chocado — o que realmente importa acompanhar
Tipos específicos de choque
13 Choque cardiogênico: quando pensar e como manejar
14 Choque neurogênico: o mais fácil de diagnosticar, o mais difícil de manejar
16 Choque obstrutivo: pneumotórax hipertensivo — diagnóstico e manejo imediato
18 TEP: sua unidade não tem D-dímero nem TC — quando trombolisar? Wells e PESI na prática

O bloco III fecha o ciclo da Forja. Os três blocos anteriores foram construídos para que este último faça sentido — não como uma lista de doenças, mas como um raciocínio integrado de perfusão, volume e função.

fim · bloco III — choque
Encerramento
Simulações
2 horas de simulações realísticas integrando via aérea, cardiologia e choque — tudo que foi visto aplicado em cenários de alta fidelidade, sob pressão, do jeito que acontece de verdade

A simulação não é revisão. É a prova de que você absorveu. Você vai errar, vai hesitar — e vai sair diferente.

fim · a forja

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